Pôr do Sol Recife Pernambuco - Brasil agosto de 2017 Foto GB/Arquivo Blog 14F

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Fisioterapeuta é eleita para o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos do Idoso





A Fisioterapeuta Marli Costa, foi eleita Delegada para o Conselho Estadual dos Direitos do Idoso, neste mês de dezembro, representando o Sindicato dos Servidores Federais de Pernambuco (SINDSEP - PE).










sábado, 18 de dezembro de 2010

Ética na Fisioterapia

Bertrand Russel (1872-1970) filósofo e matemático, Prêmio Nobel de Literatura (1950), na segunda fase da sua vida aceita a ética como desejo da coletividade: "É bom o que é desejado pelo grupo ao qual pertencem os indivíduos".

Fazendo uma analogia entre o pensamento de Russel e o Código de Ética Profissional do Fisioterapeuta, aprovado pela Resolução COFFITO - Nº 10, de 3 de julho de 1978 ( cuja elaboração tive a honra de participar, como membro do grupo de trabalho, por ser na época, Presidente do CREFITO da Primeira Região), aflora em mim uma dúvida, uma indagação filosófica: QUE MODELO DE CONVIVÊNCIA DEVEMOS ESCOLHER PARA O FUTURO ?

O Código de 1978, decorridos 32 anos, continua adequado ao Modus Vivendi de hoje em dia ? Configura-se como um acordo ou uma transação possível, na relação interpessoal; respeitar-se, tolerar-se mutuamente ? Tantas perguntas levam-me até Sócrates (469-399 a.C), a quem somente conhecemos indiretamente, pois nada deixou escrito. As fontes sobre o seu pensamento e ação revelam-se, porém, insuspeitas; textos de Xenofonte e Platão, principalmente Platão - em cuja obra Sócrátes está presente representando o ideal metafísico - confirmam interpretações sobre ele.

Pois bem: Sócrates, em sua filosofia desenvolveu um projeto fundamentalmente ético, visando "submeter as ações humanas e o curso dos acontecimentos a valores e juízos acerca do que é melhor". Trazendo agora o pensamento socrático para um alinhamento com o "nosso" Código de Ética, na busca de melhor relacionamento com pacientes, colegas, profissionais afins, órgãos e entidades do setor saúde, surge o desafio filosófico para a atualização e a mudança.

O que foi dito, representa nada mais que o desafio filosófico para os Fisioterapeutas comtemporâneos, para os atuais líderes e dirigentes de órgãos de classe da Fisioterapia. Não podemos esquecer a definição de Emmanuel Lévinas (1905-1995), um dos mais importantes filósofos do século XX: " A ética é a filosofia primeira, a metafísica. Tudo mais na filosofia é um ramo seu, e não ao contrário".

O desafio está posto !

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Lançamento do livro "Fisioterapia na UFPE"

CONVITE


O Reitor da Universidade Federal de
Pernambuco, Professor Amaro
Henrique Pessoa Lins, o Diretor do
Centro de Ciências da Saúde,
Professor José Thadeu Pinheiro e a
Diretora da Editora Universitária,
Professora Maria José de Matos Luna,
convidam para o lançamento do livro
“Fisioterapia na UFPE” de autoria
do Prof. Alberto Galvão de Moura
Filho dentro da Série Vozes da UFPE.


Data: 17 de dezembro de 2010
Hora: 10h
Local: Auditório Jorge Lobo – CCS

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Câmara dos Deputados vai adaptar Plenário para receber parlamentares com deficiência



Reforma e adaptação do Plenário Ulysses Guimarães ocorrerá até o início da próxima legislatura, para permitir o acesso às tribunas e à Mesa a parlamentares com deficiência. O anúncio foi feito durante a Comemoração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, realizada no dia primeiro de dezembro pelo diretor-geral da Câmara, Sérgio Sampaio.


Para saber mais, acesse:


http://www2.camara.gov.br/noticias/institucional/noticias/dia-da-acessibilidade-sera-comemorado-com-ampla-programacao

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Fisioterapeuta autorizado a emitir Atestados, Pareceres e Laudos Periciais





RESOLUÇÃO COFFITO Nº 381, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2010

DOU 25.11.2010

Dispõe sobre a elaboração e emissão pelo Fisioterapeuta de atestados, pareceres e laudos periciais.

O Plenário do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, em sua 208ª Reunião Plenária Ordinária, realizada no dia 03 de novembro de 2010, em sua subsede, situada na Rua Napoleão de Barros, nº. 471, Vila Clementino, São Paulo-SP:

CONSIDERANDO suas prerrogativas legais dispostas na Lei Federal 6.316 de 17/12/1975;

CONSIDERANDO o disposto na norma do parágrafo 1º do artigo 145, da Lei 5.869/73 e suas alterações;

CONSIDERANDO o disposto na norma da Resolução COFFITO nº 80, de 09 de maio de 1987;

CONSIDERANDO o disposto na norma do artigo 5º da Resolução COFFITO nº 123 de 19 de março de 1991;

CONSIDERANDO o disposto na norma da Resolução COFFITO nº 259, de 18 de dezembro de 2003;

CONSIDERANDO o disposto na norma da Resolução do Conselho Nacional de Educação/CES nº 4 de 19/02/2002, que estabelece as diretrizes curriculares para a formação profissional do Fisioterapeuta resolve:

Artigo 1º O Fisioterapeuta no âmbito da sua atuação profissional é competente para elaborar e emitir parecer, atestado ou laudo pericial indicando o grau de capacidade ou incapacidade funcional, com vistas a apontar competências ou incompetências laborais (transitórias ou definitivas), mudanças ou adaptações nas funcionalidades (transitórias ou definitivas) e seus efeitos no desempenho laboral em razão das seguintes solicitações:

a) demanda judicial;

b) readaptação no ambiente de trabalho;

c) afastamento do ambiente de trabalho para a eficácia do tratamento fisioterapêutico;

d) instrução de pedido administrativo ou judicial de aposentadoria por invalidez (incompetência laboral definitiva);

e) instrução de processos administrativos ou sindicâncias no setor público (em conformidade com a Lei 9.784/99) ou no setor privado e

f) e onde mais se fizerem necessários os instrumentos referidos neste artigo.

Artigo 2º Atestado trata-se de documento qualificado, afirmando a veracidade sobre as condições do paciente, declarando, certificando o grau de capacidade ou incapacidade funcional com vistas a apontar as competências ou incompetências (transitórias ou definitivas), habilidades ou inabilidades do cliente em acompanhamento terapêutico.

Artigo 3º Parecer trata-se de documento contendo opinião do fisioterapeuta acompanhada de documento firmado por este sobre determinada situação que exija conhecimentos técnicos/científicos no âmbito de sua atuação profissional decorrente de controvérsia submetida a alguma espécie de demanda, que não trata necessariamente de um indivíduo em especial. Portanto, significa emitir opinião, fundamentada, sobre aspectos gerais ou específicos da respectiva disciplina (Fisioterapia) em face do grau de capacidade ou incapacidade funcional, com vistas a apontar competências ou incompetências (transitórias ou definitivas), mudanças ou adaptações nas funcionalidades (transitórias ou definitivas) e seus efeitos no desempenho laboral objeto desta Resolução.

Artigo 4º Laudo Pericial trata-se de documento contendo opinião/parecer técnico em resposta a uma consulta, decorrente de controvérsia submetida a alguma espécie de demanda. É um documento redigido de forma clara, objetiva, fundamentado e conclusivo.

É o relatório da perícia realizada pelo autor do documento, ou seja, é a tradução das impressões captadas por este, em torno do fato litigioso, por meio dos conhecimentos especiais que detém em face do grau de capacidade ou incapacidade funcional, com vistas a apontar as competências ou incompetências (transitórias ou definitivas) de um indivíduo ou de uma coletividade e mudanças ou adaptações nas funcionalidades (transitórias ou definitivas) e seus efeitos no desempenho laboral.

Artigo 6° Os casos omissos serão deliberados pelo Plenário do COFFITO.

Artigo 7° Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação

ELINETH DA CONCEIÇÃO DA SILVA BRAGA

Diretora-Secretária

ROBERTO MATTAR CEPEDA

Presidente do Conselho


Fonte: CREFITO 5

domingo, 5 de dezembro de 2010

AGRADECIMENTO

Agradecer é mostrar gratidão, reconhecimento. Esse é o sentimento incorporado na minha alma - aqui entendida como natureza moral e emocional - desde o dia 3 de dezembro, data da Eleição para o CREFITO 1, quando concorrí pela oposição como representante da Chapa 2 - Ética e Cidadania.

Agradeço portanto, em meu nome e em nome dos companheiros/companheiras de Chapa, aos DOIS MIL E OITENTA E OITO eleitores, que acreditaram e bravamente, com coragem e destemor, empunharam conosco a bandeira das necessárias mudanças na forma de gerir o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Primeira Região, defendendo também eleições diretas para o Conselho Federal, com renovação dos mandatos de Conselheiros Federais e Regionais somente uma vez.

Tenho plena consciência do dever cumprido e de que as ideias da nossa Chapa, difundidas na Campanha - representações filosóficas de coisas particulares - ULTRAPASSARAM A FRONTEIRA FICTÍCIA, (criada pela imaginação do legislador no intuito de delimitar o território dos Conselhos Regionais), para alcançar o todo, ou seja, o Sistema Autárquico Federal COFFITO/CREFITOs.

Uma página da História da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional foi virada, ficando o seu registro para a posteridade, que fará o julgamento.

sábado, 27 de novembro de 2010

Membros da Chapa 2 - Ética e Cidadania - participam de confratenização da Turma de 1967 da UFPE

Geraldo Barbosa - Fisioterapeuta, e Rosa Cândida - Terapeuta Ocupacional, membros Chapa 2 - Ética e Cidadania - em almoço de confraternização da Turma de 1967 da UFPE.


Flagrante de representantes da Turma de 1967 da UFPE - Fisioterapia e Terapia Ocupacional - e convidados, reunidos para confraternização anual, em restaurante da zona sul do Recife.


AMIZADE REAFIRMADA

Neste sábado 26 de novembro, a Turma de 1967 da UFPE ( Fisioterapia e Terapia Ocupacional ) promoveu almoço de confraternização no Restaurante PapaCapim do Bairro de Boa Viagem, zona sul do Recife. Somente mulheres se formaram na Turma de 1967; elas
realizam duas vezes ao ano encontros de confraternização e se intitulam "AMIGAS PARA SEMPRE".

Dois membros da Chapa 2 - Ética e Cidadania - concorrente como oposição às eleições para o CREFITO 1, participaram do evento realizado hoje: o Fisioterapeuta Geraldo Barbosa, que é casado com a também Fisioterapeuta Marli Costa - uma das promotoras do evento - e a Terapeuta Ocupacional Rosa Cândida de Queiroz Valente, integrante da Turma de 1967.


FOTOS: Divulgação/Arquivo Blog 14-F

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ato médico não terá urgência

Sarney afirma que sem consenso proposta do Ato Médico não terá urgência

Representantes das Entidades Nacionais dos Trabalhadores na Área de Saúde e dirigentes do Sistema de Conselhos de Psicologia, composto pelo Conselho Federal e outros 17 Conselhos Regionais, entre outras entidades de profissionais de saúde, solicitaram ao presidente Sarney que o Projeto de Lei (PLS 268/2002), conhecido como Ato Médico, não seja apreciado pela Casa em regime de urgência. Sarney disse que, devido a complexidade do assunto e a falta de consenso, o projeto não entrará em regime de urgência nesta legislatura.

As lideranças do setor afirmaram que o texto atual do projeto fere os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e constitui-se em um retrocesso ao modelo de saúde multiprofissional. Segundo eles, o projeto interfere no trabalho das outras profissões da saúde.

Na opinião dos dirigentes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, se aprovado, o PL prejudicará a sociedade, que perde a possibilidade de contar com profissionais de várias áreas trabalhando de forma integrada e articulada, em equipes multiprofissionais, definindo conjuntamente o diagnóstico e o tratamento.

Ana Cristina Brasil, membro do Conselho Nacional de Saúde, afirmou, durante a reunião, que o projeto não conta com o apoio da maioria das entidades do setor. O presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona disse que a proposta "desconsidera a trajetória das demais profissões que constituem o cenário da saúde na ótica do SUS". Verona propõe que o substitutivo "assegure as garantias constitucionais relativas ao direito dos usuários do SUS ao atendimento integral", que para o dirigente classista não são atendidas no Projeto em estudo na CCJ.

Sarney ouviu dos conselheiros presentes que da forma como está o Projeto Ato Médico torna privativo da classe médica todos os procedimentos de diagnóstico sobre doenças, indicação de tratamento e a realização de procedimentos invasivos. Acrescentaram ainda que "é evidente o interesse coorporativo dos médicos por reserva de mercado, desconsiderando a trajetória das demais profissões que constituem o cenário da saúde na ótica do SUS".

José Marcos Oliveira, membro do Conselho Nacional de Saúde, representante dos usuários, endossou Verona e argumentou que a votação do PL 268 de forma "açodada em final de mandato", não atende ao interesse público: " é importante a retomada do debate com a real oitiva do Conselho Nacional de Saúde que é o fiel guardião do Sistema Único de Saúde".

Histórico

Em 2004 diversas categorias da saúde pública entregaram a José Sarney - à época ocupando a presidência do Senado pela segunda vez – documento com mais de um milhão de assinaturas contrário ao projeto conhecido como Ato Médico. Passados cinco anos, no dia 21 de outubro do ano passado, texto com os mesmos princípios contestados em 2004 (segundo várias categorias de saúde), foi aprovado na Câmara Federal e agora está sob análise da Comissão de Constituição e Justiça do Senado.


Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado

Transcrito integralmente do Portal do Senado Federal em 24/11/2010

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Não ao Ato Médico

Transcrevemos integralmente o pronunciamento da Deputada Gorete Perreira (PR-CE) na Câmara dos Deputados contra o Projeto de Lei Nº 268, de 2002, que define as atividades pivativas dos médicos.


CÂMARA DOS DEPUTADOS - DETAQ


Sessão: 193.4.53.O Hora: 15:32 Fase: PE
Orador: GORETE PEREIRA, PR-CE Data: 16/11/2010

A SRA. GORETE PEREIRA (PR-CE. Pronuncia o seguinte discurso.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, na semana passada, em audiência com o Presidente do Senado, José Sarney, representantes dos médicos pediram urgência na tramitação do Projeto de Lei nº 268, de 2002, que define as atividades privativas dos médicos.
Sem regime de urgência, a matéria, depois de aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, segue para a Comissão de Assuntos Sociais, antes de ser apreciada pelo Plenário.
Essa notícia nos deixa muito preocupados porque lutamos na Câmara para aprovar texto que garantisse a autonomia das profissões da área da saúde.
Apesar de nossa discordância, manifestada em voto em separado, o substitutivo definiu 15 atividades privativas dos médicos, entre as quais o diagnóstico nosológico, que classifica as doenças, a prescrição terapêutica e o atestado sobre condições de saúde, doenças e possíveis sequelas.
Por outro lado, conseguimos preservar como atividades não privativas dos médicos os diagnósticos psicológico, nutricional e socioambiental, bem como as avaliações comportamentais e da capacidade mental, sensorial, perceptocognitiva e psicomotora.
Infelizmente, muitos avanços que conquistamos na Comissão de Trabalho foram rejeitados na Comissão de Seguridade Social, onde a categoria médica possuía maioria, e não conseguimos restabelecê-los em plenário.
Agora, a esperança de todos nós, profissionais de saúde - fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, nutricionistas, psicólogos, acupunturistas -, é a de que, no Senado, a matéria seja amplamente debatida e se garanta a autonomia do exercício de nossas atividades.
Nossa luta continua naquela Casa. A Fisioterapia e a Terapia Ocupacional, por meio de representantes do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - COFFITO e do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - CREFITO, do Ceará, já estão mobilizadas contra a urgência do projeto.
Assim, conclamo todos os profissionais da saúde para essa luta e faço um apelo ao Relator, o Senador Antônio Carlos Valadares, no sentido de que seja sensível e aberto ao diálogo com as demais carreiras da saúde.
Sou incansável em afirmar que repudiamos iniciativas que cerceiem nossos direitos. Temos formação acadêmica qualificada - muitos, inclusive, têm mestrado e doutorado -, e nossas atividades são regulamentadas por lei. De modo que não aceitamos ser tratados como profissionais subalternos.
Era o que tinha a dizer.
Muito obrigada, Sr. Presidente.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Refletindo as eleições no CREFITO 1

Caros seguidores e visitantes do Blog 14-F: Tomo a iniciativa de transcrever texto do Fisioterapeuta Dr. Alberto Galvão de Moura Filho acerca das eleições para o quadriênio 2010/2014 no CREFITO 1.
Trata-se de tema que atravessa as fronteiras da jurisdição, pela sua relevância nacional.


"REFLETINDO AS ELEIÇÕES NO CREFITO 1
Prezados Colegas:

No próximo dia três de dezembro teremos mais uma eleição para escolha de um Colegiado para o CREFITO 1. Esta será a segunda vez em que disputam duas chapas, uma experiência que muito me agrada pela possibilidade de confrontar idéias.
Há oito anos atrás apoiei a chapa liderada por Jader Carneiro Júnior. Agora, coloco-me em apoio a Geraldo José Rodrigues Barbosa. Passados estes oito anos, observo uma troca nas posições de alguns membros em relação à composição dos grupos formados entre estes dois momentos. Acredito que as afinidades pessoais justificam isso.
A minha razão, no entanto, é a mesma!
Sou um velho crítico do modelo de eleição do Conselho Federal, pois considero que o mesmo prejudica o desenvolvimento do senso crítico acerca das profissões e atrasa o crescimento político das categorias. É uma anomalia que combina dois ingredientes perigosos: o voto indireto com as reeleições sem limite.
Como funciona este processo?
Nas eleições para os Conselhos Regionais existe o voto direto e secreto para a escolha de um Colegiado composto por dezoito (18) profissionais, sendo nove (9) efetivos e nove (9) suplentes. Como são duas categorias, a lei garante uma representação mínima de 3 membros (33,33%) de cada categoria e em cada situação, efetivo e suplente.
Deste modo, seu voto elege um Colegiado que ao tomar posse, em sua primeira reunião, escolhe o presidente, vice-presidente, secretário e tesoureiro. Portanto, é possível que o presidente escolhido não seja o nome que encabeça a chapa no ato de inscrição, mas aquele que obtiver a maioria nesta reunião.
Em seguida, um representante escolhido por este Colegiado (não é obrigatório que seja o presidente) recebe a incumbência de votar em nome do CREFITO na reunião que elege o Colegiado do Conselho Federal.
Embora este voto seja de representação de todos os profissionais da região, a vontade destas pessoas em relação à escolha do Conselho Federal jamais foi considerada por estes representantes através de consulta prévia. O que ocorre é o exercício de um voto que obedece ao critério pessoal deste representante, de acordo com suas convicções e conveniências pessoais.
Como este voto indireto no Colégio Eleitoral do Conselho Federal é “secreto”, o representante do regional não dá satisfação da sua posição e fica assim. A cada quatro anos o processo se repete e muitas pessoas continuam nos cargos. Isto é democracia?
Alertado sobre esta mazela, Jader Carneiro Júnior se comprometeu em tentar mudar esta situação a partir de uma atitude de respeito aos eleitores do CREFITO 1, qual seja, a de realizar uma consulta aberta antes de exercer este voto. Geraldo José Rodrigues Barbosa também se comprometeu com esta atitude simples, lógica, capaz de iniciar uma mudança neste modelo nefasto de eleição para nosso Conselho Federal. Daí a razão para meu apoio!
Colegas, espero que estas palavras contribuam para uma melhor compreensão do significado do seu voto nesta eleição do CREFITO 1 e que de sua participação consciente e conseqüente, amplie-se o nível de democracia e o espírito de justiça em nossas representações de classe.
Aproveito para externar o meu respeito a todos os colegas integrantes das duas chapas concorrentes e a todos os colegas eleitores."
Sinceramente
ALBERTO GALVÃO DE MOURA FILHO
Fisioterapeuta – CREFITO 9-F

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Revista NOVAFISIO ed. 76




Os Fisioterapeutas Geraldo Barbosa e Alberto Galvão de Moura Filho, membros da Chapa 2 - Ética e Cidadania- concorrente às eleições para o CREFITO 1 estão no N° 76 da Revista NOVAFISIO.

Para visualizar acesse o Site: http://issuu.com/oston/docs/ed76


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Vote Chapa 2 Ética e Cidadania




A Chapa 2 Ética e Cidadania, concorrente às eleições no CREFITO 1 reune as condições necessárias à implementação de Reformas Estruturantes, por ser de OPOSIÇÃO, LIVRE e INDEPENDENTE ! Seus compromissos estão fundamentados na Ética, na Cidadania e na defesa incondicional da Democracia, pela alternância no PODER . Reflitamos; já é tempo !

É possivel, na contemporaneidade, permitir a perpetuação nos cargos ? Entendemos que, os Conselheiros Federais e Regionais não devem eleger-se novamente após o segundo mandato.


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Eleições para o CREFITO 1 Chapa de Oposição


Aos Colegas Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais dos Estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas;

Considerando que a defesa da Ética e da Cidadania são pressupostos indispensáveis para a orientação das práticas que envolvem o exercício profissional no espaço da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional, apresentamos a composição e as ações previstas pela CHAPA DE OPOSIÇÃO ÉTICA E CIDADANIA (CHAPA 2) para o quadriênio 2010/2014.

As ações que pretendemos implementar nesse período apontam para compromissos nos seguintes eixos:

1) INTEGRAÇÃO

- Trabalhar em prol das nossas profissões, defendendo os interesses imediatos que estão em debate no cenário nacional e regional: Ato Médico; Piso Salarial Nacional; inclusão dessas profissões na Estratégia de Saúde da Família; construção da Política Nacional de Saúde Funcional; relação com os planos privados de saúde; desmembramentos e criação de novos CREFITOs, democratização do Sistema COFFITO-CREFITOs, dentre outros;

- Promover articulação com as Instituições de Ensino Superior-IES da região visando contribuir para o debate da formação política do futuro fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional, colaborando na construção de quadros qualificados para atuação nas entidades de classe e no mercado de trabalho;

- Ampliar a participação do CREFITO 1 nos espaços do Controle Social (Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde, conferências, fóruns, etc.), conquistando desse modo, a possibilidade de influenciar positivamente na elaboração de políticas públicas para o setor saúde;

- Articular com entidades (sindicatos, associações, cooperativas), parcerias para a construção de propostas que promovam a inserção dessas profissões no mercado de trabalho.

2) AUTONOMIA/IDENTIDADE

- Defender a construção de um movimento em prol de uma política de desmembramento e criação de novos conselhos. No contexto do CREFITO 1, continuar na luta para o efetivo processo de desmembramento autônomo para Estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas;

- Construir uma comissão com representantes de todos os estados da jurisdição para propor estratégias de negociação junto aos planos de saúde, no intuito de consolidar um movimento de enfrentamento com as empresas de saúde suplementar (planos de saúde), na defesa dos referenciais de honorários e rol de procedimentos da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional;

- Promover fóruns de debates sobre a emancipação dos Conselhos de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional, visando assegurar a autonomia de gestão e competências dessas categorias.

3) ÉTICA

- Realizar fóruns de debates sobre o comportamento e a conduta ética do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional no exercício profissional, e discutir a ética como eixo transversal na formação e educação continuada dos futuros profissionais.

4) DEMOCRATIZAÇÃO

- Propor mudanças na legislação sobre a escolha dos dirigentes do COFFITO, visando instituir processo democrático de escolha destes, com eleições diretas para o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - COFFITO, bem como, assegurar que esses dirigentes tenham apenas o direito de se reelegerem por mais um mandato;

- Realizar fóruns permanentes em conjunto com associações cientifico-culturais, sindicatos, cooperativas e entidades representativas do movimento estudantil, com a finalidade de discutir as questões que envolvem a Fisioterapia e a Terapia Ocupacional no cenário da saúde;

-Tornar efetiva a comunicação entre a gestão do CREFITO 1 e os profissionais inscritos, disponibilizando com regularidade, através dos meios de comunicações disponíveis (site, revista, etc.), boletins e relatórios com a prestação de contas da receita/despesa, dando transparência as ações da Autarquia;

- Convocar, sempre que necessário, as categorias profissionais representadas para que possam participar/opinar/votar, em fóruns próprios, sobre tomada de decisão acerca de fatos relevantes que envolvam a Fisioterapia e a Terapia Ocupacional;

- Criar um setor de Ouvidoria com a finalidade de escutar as categorias em suas demandas envolvendo críticas, sugestões, etc., dos profissionais inscritos e dos usuários dos serviços de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional;

- Apoiar as Associações Científico-Culturais na construção de encontros de interiorização, considerando ser papel dessas entidades tal realização.

5- FISCALIZAÇÃO

- Intensificar a fiscalização do exercício profissional, incluindo processos educativos com relação à ética e à responsabilidade social;

- Criar novas estratégias de fiscalização, promovendo ações conjuntas com outros órgãos como Vigilância Sanitária, Ministério Público e Ministério do Trabalho;

- Ampliar o número de fiscais possibilitando atender as demandas apresentadas no âmbito da jurisdição do CREFITO 1, com a finalidade de coibir o exercício ilegal da profissão e assegurar uma assistência fisioterapêutica e terapêutica ocupacional de qualidade a sociedade.

6 – COMISSÕES

- Quanto à composição das comissões: Os membros integrantes das comissões que constituem a estrutura do CREFITO serão escolhidos considerando as indicações das duas categorias profissionais, em espaços colegiados e democráticos.

TEMOS QUE MUDAR PARA RENOVAR !!!

CHAPA 2 - ÉTICA E CIDADANIA

COMPOSIÇÃO DA CHAPA

Conselheiros Efetivos:

Dr.Geraldo José Rodrigues Barbosa (CREFITO-1 14-F)

Dra.Simone Nascimento Guimarães (CREFITO-1 6882-TO)

Dr.Eliano de Freitas Pessoa (CREFITO-1 6582-F)

Dr.Álvaro Rego Badaró (CREFITO-1 16.635-F)

Dra.Renata Duch (CREFITO-1 6869-TO)

Dra.Juliana Santos Siebra Brito (CREFITO-1 112.423-F)

Dra.Rosangela de Melo Cabral (CREFITO-1 15.353-F)

Dra.Ana Carina Correia de Lima (CREFITO-1 1083-TO)

Dr.Wilson Cesar de Vasconcelos Leitão (CREFITO-1 15.996-F)

Conselheiros Suplentes:

Dr.Alberto Galvão de Moura Filho (CREFITO-1 9-F)

Dr.Clóvis Antunes Carneiro de Albuquerque (CREFITO-1 200-F)

Dra.Lídia Maria Albuquerque (CREFITO-1 1574-F)

Dra.Francisca Lacerda Maracajá (CREFITO-1 6848-F)

Dra.Maria das Graças Rodrigues de Araújo (CREFITO-1 2522-F)

Dra.Ludymilla Maria Teixeira Pereira (CREFITO-1 878-TO)

Dr.Antonio Lucena Rodrigues (CREFITO-1 10.075-TO)

Dr.Elielza Pereira de Santana (CREFITO-1 21.327-F)

Dra.Rosa Cândida Queiroz Costa Valente (CREFITO-1 4767-TO)


A seguir encaminhamos o curriculum do representante da Chapa 2 - Geraldo José Rodrigues Barbosa:

. Fisioterapeuta graduado pela UFPE

. 1º Presidente (eleito) para o Diretório Acadêmico de Fisioterapia

. Presidente da Associação Pernambucana de Fisioterapeutas – APERFISIO

. APROFITO (Pré-Sindicato) participante da implementação

. Presidente do IV Congresso Brasileiro de Fisioterapia (Recife – PE 1979)

. Presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia

Ocupacional da Primeira Região – CREFITO 1( 1ª Gestão)

. Conselheiro Efetivo do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional COFFITO

. Autor de artigos sobre a Fisioterapia na Revista ABF (São Paulo)

. Autor de artigo publicado no Jornal da Associação Paulista de Fisioterapeutas – APF

. Autor do livro Herdeiros de Esculápio – História e Organização Profissional da Fisioterapia (2009)

. Colunista da Revista NOVAFISIO (Rio de Janeiro)

. Autor do Blog 14-F ( Fisioterapia)

. Conferencista e Palestrante em eventos científico-culturais em vários Estados da Federação

. Palestrante sobre “História e Organização Profissional da Fisioterapia no Brasil” na FIP – Faculdades Integradas de Patos (Patos – PB 26/08/2010)

. Palestrante no II Encontro de Formação Política e Valorização Profissional do CREFITO 8 (CURITIBA-PR 16/10/2010)

Gestor Público:

- Ministério da Saúde/INAMPS

- Governo do Estado de PE/Secretaria Estadual de Saúde-/1ª DIRES(Diretoria Regional de Saúde)

- Prefeitura da Cidade do Recife/Secretaria Municipal de Saúde/Gerência de Programação, Controle e Avaliação Ambulatorial

- Prefeitura da Cidade do Recife /Secretaria Municipal de Saúde/Gerência de Território

- Prefeitura da Cidade do Recife/Secretaria Municipal de Saúde/ Assistente Técnico

Honrarias recebidas:

- Medalha do Mérito Profissional no Grau de Comenda ( Salvador – BA 1997)

- Diploma de Membro da Comissão de Honra dos 60 Anos da UFPE, pela “Notável contribuição para o desenvolvimento da Universidade” (Recife – PE 2007)

TEMOS QUE MUDAR PARA RENOVAR !!!

CHAPA 2 - ÉTICA E CIDADANIA

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Fisioterapeuta participa de Encontro de Formação Política




O Fisioterapeuta Geraldo Barbosa, candidato de oposição às eleições do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Primeira Região , pela Chapa 2 "Ética e Cidadania", participou do II Encontro de Formação Política e Valorização Profissional do CREFITO - 8, a convite do Presidente do Regional Dr. Abdo Augusto Zeghbi, ministrando a palestra " História e Organização Profissional da Fisioterapia".

O II Encontro ocorreu em Curitiba - Paraná, no dia 16 de outubro, dentro das comemorações pela passagem do Dia do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional levadas a efeito pelo CREFITO - 8, e contou com a presença do Presidente do Conselho Federal Dr. Roberto Cepeda, que na oportunidade recebeu das mãos do Dr. Abdo Zeghbi placa alusiva à data.

No decorrer do evento o Fisioterapeuta Geraldo Barbosa autografou exemplares do livro "Herdeiros de Esculápio" de sua autoria, lançado no ano passado em João Pessoa durante o V Congresso Norte/Nordeste de Fisiotarapia.

Fotos: Arquivo/Blog 14-F

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

13 de outubro




DECRETO LEI N.938 / 69
DE 13 DE OUTUBRO DE 1969 DOU nº.197 de 14/10/69 - retificado em 16-10-1969 Sec. I - Pág. 3.658
Provê sobre as profissões de fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, e dá outras providências
Os Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, usando das atribuições que lhes confere o artigo 1º. do Ato Institucional nº. 12, de 31 de agosto de 1969, combinado com o parágrafo 1º. do artigo 2º. do Ato Institucional nº. 5, de 13 de dezembro de 1968, decretam:
Art. 1º. É assegurado o exercício das profissões de fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, observado o disposto no presente.
Art. 2º. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional, diplomados por escolas e cursos reconhecidos, são profissionais de nível superior.
Art. 3º. É atividade privativa do fisioterapeuta executar métodos e técnicas fisioterápicas com a finalidade de restaurar, desenvolver e conservar a capacidade física do paciente.
Art. 4º. É atividade privativa do terapeuta ocupacional executar métodos e técnicas terapêuticas e recreacionais, com a finalidade de restaurar, desenvolver e conservar a capacidade mental do paciente.
Art. 5º. Os profissionais de que tratam os artigos 3º. e 4º. poderão, ainda, no campo de atividades específicas de cada um: I - dirigir serviços em órgãos e estabelecimentos públicos ou particulares, ou assessorá-los tecnicamente; II - exercer o magistério nas disciplinas de formação básica ou profissional, de nível superior ou médio; III - supervisionar profissionais e alunos em trabalhos técnicos e práticos.
Art. 6º. Os profissionais de que trata o presente Decreto-lei, diplomados por escolas estrangeiras devidamente reconhecidas no país de origem, poderão revalidar seus diplomas.
Art. 7º. Os diplomas conferidos pelas escolas ou cursos a que se refere o artigo 2º. deverão ser registrados no órgão competente do Ministério da Educação e Cultura.
Art. 8º. Os portadores de diplomas expedidos até a data da publicação do presente Decreto-Lei, por escolas ou cursos reconhecidos, terão seus direitos assegurados, desde que requeiram, no prazo de 120 (cento e vinte) dias, o respectivo registro, observando-se quando for o caso, o disposto no art. 6º.
Art. 9º. É assegurado, a qualquer entidade pública ou privada que mantenha cursos de fisioterapia e de terapia ocupacional, o direito de requerer seu reconhecimento, dentro do prazo de 120 (cento e vinte) dias, a partir da data da publicação do presente Decreto-lei.
Art. 10. Todos aqueles que, até a data da publicação do presente Decreto-lei, exerçam sem habilitação profissional, em serviço público, atividades de que cogita o artigo 1º. serão mantidos nos níveis funcionais que ocupam e poderão ter as denominações de auxiliar-de-fisioterapia e auxiliar de terapia ocupacional, se obtiverem certificado em exame de suficiência. § 1º. O disposto no artigo é extensivo, no que couber, aos que, em idênticas condições e sob qualquer vínculo empregatício, exerçam suas atividades em hospitais e clínicas particulares. § 2º. A Diretoria do Ensino Superior do Ministério da Educação e cultura promoverá a realização, junto às instituições universitárias competentes, dos exames de suficiência a que se refere este artigo.
Art. 11. Ao órgão competente do Ministério da Saúde caberá fiscalizar, em todo o território nacional, diretamente ou através das repartições sanitárias congêneres dos Estados, Distrito Federal e Territórios, o exercício das profissões de que trata o presente Decreto-lei.
Art. 12. O Grupo da Confederação Nacional das Profissões Liberais, constante do Quadro de Atividades e Profissões, anexo à Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei no. 5.452, de 1 de maio de 1943, é acrescido das categorias profissionais de fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, auxiliar de fisioterapia e auxiliar de terapia ocupacional.
Art. 13. O presente Decreto-Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
Brasília, 13 de outubro de 1969 148º. da Independência e 81º. da República
Augusto Homann Rademaker Grünewald
Aurélio de Lyra Tavares
Márcio de Souza e Mello,Tarso Dutra, Leonel Miranda

sábado, 25 de setembro de 2010

Postagens mais antigas podem ser interessantes

Os habituais seguidores e os novos visitantes podem encontrar na seção ARQUIVO DO BLOG (Barra lateral), postagens interessantes como por exemplo:

UMA EXTRAORDINÁRIA CAPACIDADE DE LUTA

http://geraldobarbosa43.blogspot.com/2010/01/uma-extraordinaria-capacidade-de-luta.html

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer

LEI Nº 11.736, DE 10 JULHO DE 2008.

Institui o Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer.

O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica instituído o Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer, a ser celebrado anualmente, no dia 21 de setembro, com o objetivo de conscientizar a população brasileira sobre a importância da participação de familiares e amigos nos cuidados dispensados aos portadores da doença.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 10 de julho de 2008; 187º da Independência e 120º da República.

JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA

Jose Gomes Temporão


Transcrito do informe da ABRAz - PE

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

sábado, 28 de agosto de 2010

Fisioterapeuta visita Clinica Escola e ministra aula inaugural




O Fisioterapeuta Geraldo Barbosa, atendendo convite da Professora Rayne Borges Torres, Coordenadora do Curso de Bacharelado em Fisioterapia das Faculdades Integradas de Patos (FIP) Estado da Paraiba, visitou a Clinica Escola daquela faculdade no dia 26 de agosto e ministrou a Aula Inaugural para os novos alunos do curso.


A aula abordou o tema " História e Organização Profissional da Fisioterapia no Brasil" e foi assistida pelos novos alunos, alunos veteranos e professores da graduação, sendo realizada no Ginásio de Esportes José Gomes Alves, localizado no interior do Campus Universitário.

O Estado da Paraiba é exemplo na estratégia da interiorização da Fisioterapia, incentivada pela Associação Paraibana do Fisioterapeutas - APBFISIO e pelo Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais - SINFITO-PB.


Fotos: Acervo pessoal/Arquivo Blog 14-F

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Aula inaugural






O Fisioterapeuta Geraldo Barbosa foi convidado pela Coordenação do Curso de Bacharelado em Fisioterapia das Faculdades Integradas de Patos (Estado da Paraíba), para ministrar a aula inaugural aos alunos do curso, no dia 26 de agosto, as18:30 no Ginásio de Esportes José Gomes Alves.
A palestra terá como tema: "História e Organização Profissional da Fisioterapia no Brasil."

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

FISIOTERAPEUTA: Dr., ou Ft. ?






Vasculhando arquivos em um dos dias da semana passada, minha esposa - Fisioterapeuta da mesma forma que eu - encontrou um exemplar do Jornal FISIOBRASIL, o de Nº 40, publicado em dezembro de 2000. Nele, um pequeno artigo chamou-nos a atenção pelo título: " Fisioterapeuta: Dr., sim; Ft, não", tendo como conteúdo uma mensagem de final de ano assinada pela Dra. Regina Figueirôa, a época Presidente do CREFITO 2, da qual transcrevemos, ipsis verbis, o trecho a seguir: "Como mensagem de fim de ano, século e milênio, queremos manifestar o nosso repúdio em relação a utilização da abreviatura "Ft." para designar o profissional Fisioterapeuta" [...]


Jornal  FISIOBRASIL  Nº 40  dezembro  2000


Após analisar essa opinião quase dez anos depois da publicação da mensagem, observamos que o assunto permanece atualíssimo; nada mudou. Mas reflitamos; já é tempo! Como é possível a todo momento encontrarmos anúncios de clínicas, de consultórios, ora com a abreviatura Dr. Fulano, ora com o extravagante Ft. Sicrano ?


Poderia, em principio, parecer um dilema, mas NÃO É! Pois um dilema conduz a uma alternativa em que qualquer dos seus termos leva a mesma concepção ou ideia, ou ainda definição. Usando o percurso lógico do raciocínio, chegamos a proposições onde uma é conhecida como abreviatura de doutor, usada no sentido de designar quem se diplomou numa universidade, ou que é muito sábio ou douto. Não confundir com título de Pós-graduação ou dos que defendem tese de doutorado. A outra nada significa. Em razão de que, então Ft. ?

À guisa de lembrete: "Agr.", traduz-se por Agricultura; "Biol.", significa Biologia; "Filos.", Filosofia; "Med.", Medicina; e assim por diante, sem que venha a significar uma profissão ou título que a qualifique. Não nos parece correto, na língua portuguesa, abreviar nomes próprios de profissões; se estivermos enganados, os Filólogos nos censurem e/ou nos consertem.

A utilização da abreviatura do título de doutor (Dr.) - no sentido já mencionado, de designar quem simplesmente se diplomou em uma universidade - por Fisioterapeutas, remonta ao início dos anos 60 do século passado, sendo portanto anterior ao Decreto-Lei Nº 938/69, com a finalidade de caracterizar um profissional cuja prática está ancorada na fundamentação científica. Nada mais justo, para ressaltar a formação universitária daqueles que lutam pela isonomia com as demais categorias profissionais da área da saúde.

A abreviatura "Ft.", empobrece a categoria dos Fisioterapeutas, pois nada acrescenta, nada significa, nada justifica o seu uso.

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Reprodução: Imagens/Arquivo Blog 14-F

Atualizado em 19/04/2017


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Resenhas sobre o livro Herdeiros de Esculápio




O Guia do Fisioterapeuta e o Blog Faça Fisioterapia, renomados blogs voltados para a divulgação da ciência fisioterapêutica, publicaram, hoje, resenhas sobre o livro "Herdeiros de Esculápio".
Para visualizar as respectivas matérias acesse os endereços eletrônicos abaixo:

http://fisioterapiahumberto.blogspot.com/2010/08/algumas-impressoes-sobre-o-livro.html


htt://www.facafisioterapia.net/2010/08/herdeiros-do- escapularios.htm


sábado, 31 de julho de 2010

Um conceito filosófico de saúde

                                                                     'A linguagem dá sentido à realidade'



Abelardo, Filósofo francês nascido em Nantes (1079 - 1142) define: "Linguagem é a ponte que une o pensamento às coisas, permitindo, assim, entender todas elas". Outros filósofos, de outros tempos, tentaram desvendar por meio dessa forma de expressão, os mistérios do existir e do ser. Um aspecto singular do existir chama-se saúde. Sobre saúde, buscamos propositalmente nos afastar da visão epidemiológica (científica) da relação com a doença, para travarmos conhecimento com uma experiência vivenciada por um filósofo, mais próxima da antropologia e da própria filosofia. Não pretendemos desmerecer ou ignorar os vários conceitos emitidos, até hoje, sobre o tema, por autores das diversas áreas do conhecimento.

Optamos por escolher um determinado pensador e a sua conceituação de saúde. Trata-se de Friedrich Nietzsche, filósofo alemão (1844 - 1900), talvez o mais preocupado em afastar-se do entendimento comum,  procurando entender saúde de outra forma, por ter sentido no próprio corpo, com intensidade avassaladora, a doença. Tanto que, aos quarenta e quatro anos de idade, prevendo o futuro incerto, escreveu a sua autobiografia filosófica-espiritual, dando-lhe o título "ECCE HOMO" (Eis o Homem).

Nesse livro ele é, como sempre, contundente; fazendo filosofia como costumava dizer, a "golpes de martelo". Deixemos que o próprio autor faça o relato: "Curei-me por mim mesmo, e assim fiquei livre da moléstia. Para que isso aconteça - todo fisiológico deve admiti-lo - é necessário que no fundo se goze de saúde. Um ser verdadeiramente doente não pode curar-se, e muito menos por sí mesmo; para um homem são a moléstia pode ser, pelo contrário, um enérgico incitamento para viver e viver mais intensamente. Assim, realmente se me apresenta agora aquele longo período de enfermidade: eu descobri quase novamente a vida, inclusive eu; degustei todas as coisas boas, mesmo as pequeninas; como outros dificilmente poderiam fazê-lo; eu fiz da minha vontade de ser são, de viver, a minha filosofia"[...]


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Atualizado em 12/04/2016


segunda-feira, 26 de julho de 2010

DEUSES GREGOS

A Mitologia greco-romana é a narrativa dos fatos - sempre fabulosos - ocorridos na Antiguidade, envolvendo deuses, semideuses e heróis. Para a Fisioterapia dois personagens mitológicos são importantes: Esculápio e Vulcano, cujos nomes latinos possuem correspondentes gregos Asclépio e Hefestos. O primeiro é o deus da Medicina e da cura, venerado em templos onde eram utilizados como meio de tratamento métodos naturais, incluindo os exercícios físicos (Cinesioterapia) e a água em aplicações externas (Hidroterapia), além da equitação terapêutica (Equoterapia), cuja prescrição, segundo Galeno, é do próprio deus Esculápio, visando restaurar a saúde, principalmente de guerreiros acidentados.

Recebendo por herança esse patrimônio, aos Fisioterapeutas cabe a denominação de “Legítimos herdeiros de Esculápio”.

Quanto a Vulcano, representa a Pessoa com Deficiência devido ao seu andar claudicante; é  conhecido como pertencente à categoria Dii majorum gentium, ou seja, ao mais alto grau na classificação romana dos deuses, composta pelas doze divindades olímpicas, sendo filho de Juno e Júpiter. Inicialmente Vulcano era venerado como deus do raio, logo transformando-se em deus do fogo, tornando-se assim útil aos homens, pois o fogo possibilitou o trabalho com os metais; decorrendo daí os avanços da técnica e da ciência.




Blog 14-F um olhar diferenciado sobre a Fisioterapia

quinta-feira, 22 de julho de 2010

sábado, 17 de julho de 2010

Ofício histórico



Decorridas quase três décadas, eis que retiro do arquivo um documento importante para a História da Fisioterapia, desconhecido das novas gerações. Refiro-me a cópia do Ofício Circular - COFFITO/Nº 02, de 10 de maio de 1982, emitido pela Dra. Veridiana Arb - Terapeuta Ocupacional da mais alta estirpe - que naquele dia histórico atuava como Presidente em Exercício do COFFITO, cumprindo o papel de "Mensageira de Boas Novas".

O texto do ofício remete ao julgamento da Ação de Representação de Inconstitucionalidade originada pela Sociedade Brasileira de Medicina Física e Reabilitação (SBMFR). A decisão unânime do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou improcedente a Representação, cuja transcrição está contida na edição do Diário Oficial da União (DOU) do dia 24 de agosto de 1983 e disponível nas páginas 181 e 182 do livro Herdeiros de Esculápio  (2009).



Documento do acervo pessoal/Arquivo Blog 14-F.
Assinatura da Presidente em Exercício no documento original.

domingo, 11 de julho de 2010

Projetos de Lei em tramitação




- PLS N° 268/2002 - Dispõe sobre o exercício da Medicina e encontra-se na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, aguardando parecer do Senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE). O COFFITO por meio da Comissão de Assuntos Parlamentares (CAP), apresentou sugestões ao Projeto.

- Projeto de Lei Suplementar Nº 467/2008, da Senadora Ideli Salvat (PT/SC), altera a Lei Complementar Nº 123, de 14/12/2006 referente ao Simples Nacional. Há entendimentos no sentido de incluir as atividades da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional na Lei, com vistas a redução da carga tributária das empresas dessas categorias.

- Outros Projetos estão em andamento: Piso salarial, exercício profissional da Acupuntura e o que trata da inclusão de Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais no Programa Saúde da Família (PSF).

Esta postagem atende a pedido formulado ao Blog 14-F, pelo Fisioterapeuta Jadinamilson Morais, residente na Cidade do Recife.


Fonte : NOTÍCIAS/COFFITO http://www.coffito.org.br/

Ilustração: GB- 2010 Arquivo/Blog 14-F


terça-feira, 6 de julho de 2010

Indicação de literatura do Blog Mobilidade Funcional




Postagem do Blog Mobilidade Funcional, de autoria do Fisioterapeuta Rodrigo Queiroz, faz indicação de literatura relativa ao livro Herdeiros de Esculápio - História e organização da Fisioterapia. Para visualizá-la acesse o Link abaixo:

Http://mobilidadefuncional.blogspot.com/2010/06/indicacao-de-literatura-herdeiros-de.html

quarta-feira, 30 de junho de 2010

REVISTA NOVAFISIO EDIÇÂO 74 mai/jun 2010


Revista NOVAFISIO Edição 74 maio/junho 2010. Veja nesta edição a Coluna assinada pelo Fisiotarapeuta Geraldo Barbosa (Blog 14-F) acessando o link abaixo:

HTTP://ISSUU.COM/OSTON/DOCS/ED74

Boa leitura para todos.

domingo, 27 de junho de 2010

Manifeste o seu sentimento votando




As eleições aproximam-se. Consequentemente, é preciso - com a devida cautela - para não ferir a Lei Eleitoral, que se tome conhecimento de quantos Fisioterapeutas postulam votos para um cargo eletivo estadual ou federal. A categoria já conta com o bom exemplo da Deputada Gorete Pereira (PR/CE), autora do Projeto de Lei que cria o Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional (veja postagem anterior).

Na hora da escolha em quem votar, se no seu Estado não houver candidato ou candidata Fisioterapeuta, cabe considerar as legítimas aspirações/desejos da corporação da categoria e o compromisso do candidato com a classe, com a saúde da população e com o Sistema Único de Saúde (SUS). O interesse de quem se candidata não pode, nem deve, ultrapassar o limite do interesse coletivo, que é soberano! Interesseses e projetos pessoais podem acarretar mandatos desastrosos. Parafraseando Nietzsche afirmamos: "No momento em que a quimera se desmorona experimentamos um vazio angustiante, uma privação, que nos leva a admitir como fomos enganados, que cometemos um erro na avaliação das propostas que nos foram apresentadas."

Essas reflexões aplicam-se também à escolha dos possíveis candidatos aos cargos nos Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.


Ilustração: GB- 2010 / Arquivo Blog 14-F

segunda-feira, 21 de junho de 2010

13 de outubro poderá ser data nacional

Projeto de Lei da Deputada Gorete Pereira (PR/CE) de Nº 5.464/2009, encontra-se na Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Câmara dos Deputados e já recebeu parecer favorável do Relator de Projeto, Deputado Alcení Guerra (DEM/PR). Trata-se de PL que estabelece o dia 13 de outubro como Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional; nada mais justo, por demonstrar o reconhecimento do Poder Legislativo ao trabalho desenvolvido por esses profissionais, prevenindo ou minorando o sofrimento humano.

O diferencial desse PL está na autora, uma deputada que é Fisioterapeuta, e também pelo fato da dependência da categoria até hoje, de parlamentares sensiveis à importância da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional para a saúde da população. Temos muitos exemplos de apoio nas horas mais difíceis, destacando-se os Deputados Federais Élcio Álvares, Gonzaga Vasconcelos, João Roma e Thales Ramalho, além do Senador José Esteves. A iniciativa da Deputada Gorete Pereira possibilita ter a categoria o seu DIA NACIONAL incluido no calendário oficial das comemorações brasileiras.

Diga-se de antemão que, desde o início dos anos 1970 a data é lembrada para festejar o dia da promulgação do Decreto-Lei Nº 938/69, quando da realização de eventos científico-culturais que acorrem no mês de outubro. Quem possui conhecimentos mínimos em Direito e Ciência Política sabe: do uso e do costume da sociedade nascem as leis. E a futura lei do nosso DIA NACIONAL, tem essa sustentação do uso e do costume como prática geralmente observada, com farta documentação nos anais dos eventos científico-culturais relizados até hoje.

terça-feira, 15 de junho de 2010

AGRADECIMENTO

Fui surpreendido neste mês de junho, pelas referências feitas ao Blog 14-F por três dos mais renomados Blogs da Fisioterapia brasileira. Por esse motivo agradeço sensibilizado aos autores desses blogs pelas indicações. Como retribuição, recomendo, pela alta qualidade, aos seguidores e visitantes o acesso aos Blogs:

Dores Crônicas - http://dorescronicas.com.br/

Faça Fisioterapia - http://www.facafisioterapia.net/

FitMed Saúde Corporativa - http://fitmed.blogspot.com/

Um grande abraço para todos(as).
Geraldo Barbosa (Blog 14-F)


sexta-feira, 11 de junho de 2010

O relevante papel das entidades corporativas





O homem, ser social, traz em si uma força primitiva que vem do mais remoto passado, levando-o a agrupar-se, para desse modo defender os seus interesses e os interesses do seu grupo. Assim, na esfera profissional na
scem as associações de classe - as entidades corporativas - filhas da necessidade de formar grupos. Não podia ser diferente com os Fisioterapeutas, cuja história revela que os grupos associativos surgiram muito antes da regulamentação do exercício profissional. Entre as primordiais associações da categoria encontram-se a Associação Paulista de Fisioterapeutas (APF), a Associação dos Fisioterapeutas do Rio de Janeiro (AFERJ) e a Associação Pernambucana de Fisioterapeutas (APERFISIO), hoje denominada Associação Pernambucana de Fisioterapia, o que a torna mais abrangente como órgão classista. Saliente-se que a Associação Paulista de Fisioterapeutas foi o embrião da Associação Brasileira de Fisioterapeutas (ABF).

Nos primeiros vinte e cinco anos de existência da ABF ocorreram consideráveis movimentos, aglutinando a classe em torno do ideal corporativo. Tais movimentos, conduzidos por um restrito grupo de abnegados profissionais resultaram na promulgação do Decreto-Lei Nº 938/69 e da Lei Nº 6.316/75, diplomas legais que constituem, hoje, o regime jurídico ao qual está submetido o Fisioterapeuta, permitindo assim ao povo brasileiro contar com profissionais habilitados, banidos a incompetência e o charlatanismo.


Em um quarto de século a ABF acumulou uma extensa bagagem de exitosas realizações, o que não impediu posteriormente a eclosão de uma grave crise institucional, cujo desdobramento provocou a sua desativação. Todavia, não se pode negar, por dever de justiça, o papel relevante da ABF e das pioneiras associações estaduais, nos tempos difíceis dos feitos heroicos da gênese da Fisioterapia brasileira.


Atualizado em 29/06/2012