Parque da Jaqueira Recife Pernambuco - Brasil dezembro de 2017 Foto GB/Arquivo Blog 14F

sexta-feira, 28 de maio de 2010

PILATES. COFFITO divulga nota de esclarecimento



NOTA DE ESCLARECIMENTO


O Coffito, tendo em vista a publicação oficial da Resolução 201/2010, do Conselho Federal de Educação Física (Confef), esclarece que todo Fisioterapeuta tem o direito de utilizar o método Pilates com a finalidade fisioterapêutica, ou seja, para os fins de tratamento e prevenção de disfunções, conforme autoriza a legislação que trata da matéria. A prática pode ser realizada em qualquer local, como clínicas, academias, hospitais, dentre outros.

A Resolução do Confef, que dispõe sobre o Pilates como modalidade e método de ginástica, em seu artigo 4º, prevê que “Caberá à pessoa jurídica prestadora de serviços na área de atividades físicas, desporto e similares que oferecer o Pilates em seu elenco de serviços, garantir que sua prática seja orientada e dinamizada por Profissionais de Educação Física”. A medida não trará qualquer dano ao exercício profissional do Fisioterapeuta, uma vez que a Cinesioterapia, que fundamenta o método Pilates, faz parte do currículo base da graduação em Fisioterapia. Assim, o Coffito destaca que os profissionais de Fisioterapia têm plena autonomia para utilizar o método Pilates na prevenção e no tratamento de disfunções.

O Coffito entende que o método Pilates é um dos muitos recursos cinésio-mecano-terápicos à disposição do fisioterapeuta, com vistas à promoção, prevenção e recuperação da saúde. O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional entende que a prática clínica do Pilates exige um domínio técnico e científico acerca do método, por meio de aprimoramento profissional específico.

O profissional que, porventura, venha a se sentir prejudicado em seu exercício profissional por qualquer Conselho de Fiscalização, alheio ao sistema COFFITO/CREFITOS, deve, imediatamente, comunicar a atuação indevida ao CREFITO de sua circunscrição para a adoção das medidas pertinentes.


Transcrito do site do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional COFFITO http://www.coffito.org.br/


sábado, 22 de maio de 2010

NUNCA EXPERIMENTE O CRACK - ELE CAUSA DEPENDÊNCIA E MATA

NUNCA EXPERIMENTE O CRACK

O Blog 14- F apoia e participa da Campanha do Ministério da Saúde contra o consumo do Crack, entendendo que a ÉTICA e a RESPONSABILIDADE SOCIAL como pressupostos da cidadania, obrigam a categoria profissional dos Fisioterapeutas a empenhar-se nessa luta que é de todos, sem distinção de cor, raça, gênero, profissão, religião ou opção político partidária.

Fonte da Ilustração: Reprodução de cartaz do Ministério da Saúde. Arquivo do Blog.

Blog 14-F FISIOTERAPIA. Um Blog Amigo da Saúde.

Atualizado em: 02/06/2013

terça-feira, 18 de maio de 2010

Anatomia humana - uma viagem no tempo




Na Grécia antiga encontramos contribuições para o estudo da Anatomia Humana, principiando com Pitágoras até Diógenes. Hipócrátes e seus discípulos acrescentam conhecimentos por meio de observações ocasionais. Por sua vez, Aristóteles dedica parte dos seus estudos aos animais, possibilitando o começo, com critérios científicos, de uma Anatomia Comparada. Galeno propõe uma Filosofia da Natureza e escreve "Sobre o método terapêutico". Sua influência no Ocidente durou em torno de 1400 anos, tendo como contribuição para o estudo da Anatomia nomes de alguns ossos e a exata descrição dos Músculos Interósseos e do Poplíteo, entre outros estudos e trabalhos.

O progresso da Anatomia foi por muito tempo, impedido pela Igreja Católica. Somente com o Papa Sisto IV (século XV) houve autorização para a dissecção de cadáveres nos institutos universitários. Com Clemente VII houve expressa permissão para o estudo e a prática da Anatomia, com fins de ensino, utilizando-se seres humanos. Era então, o início do Renascimento. O estudo da Anatomia, a partir daí livremente evoluiu.

Essa viagem, partindo da Grécia Clássica (600 - 400 a.C.), percorre o tempo e chega aos primórdios dos anos 60 do século XX. Na Cidade do Recife em frente à Praça do Derby, encontra-se o prédio da antiga Faculdade de Medicina, hoje Memorial da Medicina. Na rua lateral, o acesso ao Anfiteatro de Anatomia. Nesse Anfiteatro, estudantes acomodados em seus lugares, com sofreguidão aguardam o começo da aula. Olham todos para a mesa de aço inoxidável, ocupada por um esqueleto esbraquiçado; ao lado do esqueleto há uma caixa alta, de madeira, sem verniz ou pintura, cheia de ossos, que aos poucos o professor arremessa, com precisão, num funcionamento sem falhas; finalmente, todos estudantes são contemplados. O objetivo? Aprender! Aprender, por exemplo que, as vértebras cervicais são todas do mesmo tipo, excetuando-se Atlas e Axis, diferentes entre si e também das outras vértebras. Tendo Axis uma apófise odontóide, conhecida como "Dente de Axis", a qual serve de pivô para a articulação atlóido-axodiana. Aprendizado pelo método direto, ou seja, pelo contato manual com a peça anatômica, para "sentir" concavidades, protuberâncias, facetas articulares e orifícios. No caso de Axis, por um orifício passa e sobe a Artéria Vertebral. Para Telésio (1509 - 1588) o conhecimento humano é essencialmente um sentir. A consciência é uma sensação. Todos concordam?

Outra aula: - Na mesa fria o cadáver inerte, indiferente aos que o circundam. Um forte odor de Formol deixa o ar impregnado, causando uma leve sensação de náusea. Os alunos, de jaleco branco, luvas de látex, munidos de pinça e bisturí, ouvem do professor uma preleção sobre o profundo respeito devido ao cadáver; brincadeiras ou risos são inadmissíveis. Inicia-se a retirada da pele...

Tudo isso, poder-se-ia indagar, é recordação? Sim! Do início do Curso de Fisioterapia, dos tempos idos. Que já não voltam mais. Diria o poeta.



domingo, 2 de maio de 2010

Aquífero Alter do Chão





Os meios de comunicação divulgam que o Brasil possui a maior reserva mundial de águas subterrâneas do planeta, localizada na Região Norte, sob os estados do Pará, do Amazonas e do Amapá; com capacidade estimada para abastecer o mundo por 300 anos. Poder-se-ia indagar porque puxar os Fisioterapeutas para essa descoberta. Muito simples; pela inclusão/participação da categoria no debate sobre o assunto, como exercicio da cidadania e da responsabilidade social que não se restringe à praxis terapêutica, ou, por outro lado, pela mitológica e ancestral ligação do Fisioterapeuta com o uso da água em aplicações externas, a Hidroterapia, praticada nos templos dedicados a Asclépio (Esculápio). A discussão é livre. Participem !