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Alexandre Costa

sábado, 29 de setembro de 2012

Herdeiros de Esculápio - Continuação parte II




                                    Herdeiros de Esculápio (Parte II)

     Asclépio, como todos os deuses gregos tem um nome latino correspondente, no seu caso é Esculápio (notem a sutileza da assimilação). Isso decorre da conquista da Grécia pelas legiões romanas no século II a.C. e da difusão da cultura grega para outras regiões pelos mitógrafos latinos. Nesse contexto, Esculápio já reconhecido como um deus de grande prestígio era cultuado em mais de trezentos templos, destacando-se como principal o situado em Epidauro cidade em que nasceu, aos pés do monte Mirtião.  Epidauro era uma pequena cidade no nomo de Argólida, península do Peloponeso, onde após a morte de seu ilustre habitante, promoviam-se regularmente as Asclépias, festividades nas quais se incluíam disputas atléticas, musicais e um concurso de rapsodos. De um desses concursos nos chega, conforme Platão, o encontro do rapsodo Íon com o filósofo Sócrates pelas ruas de Atenas onde travam um diálogo:

- Sócrates: Salve, Íon! Você chega agora à nossa cidade vindo de onde? De sua casa em Éfeso?
- Íon: De jeito nenhum, Sócrates, mas de Epidauro, das Asclepéias!
- Sócrates: Ora essa, os epidauros também promovem para o deus um concurso de rapsodos?
- Íon: Com certeza, e do resto da arte das Musas! [...].

            Foi Sófocles, o mais clássico dos tragediógrafos gregos e ativo participante da vida religiosa, o responsável pela ampliação da influência de Asclépio (Esculápio) em Atenas, quando por sua iniciativa, introduziu-se o culto ao deus naquela cidade edificando-lhe um templo.

            Os templos onde se cultuava o deus, denominados Asclépia, eram verdadeiras clínicas de Fisioterapia, funcionando sob a orientação de sacerdotes, vestidos de alvas túnicas - que correspondem, hoje, aos prosaicos jalecos brancos - para a prática de exercícios físicos e métodos naturais, sendo constante o uso das águas das proximidades com fins terapêuticos. Daí a origem dos exercícios aquáticos, da hidroterapia. O tratamento por meio da água em aplicações externas.

            Uma peculiaridade deve ser observada: a quantidade de milagres operados no templo de Epidauro era bem maior que nos de outras cidades e aldeias, como acontecia com alguns deuses que obtinham do povo maior devoção para determinados templos e estátuas; sobretudo se considerarmos que Epidauro era, como já foi dito, uma pequena cidade aos pés de um monte e que Esculápio pertencia na classificação romana das divindades, obviamente assimilada de cultura grega, a categoria dos deuses minorum gentium, juntamente com Baco e Hércules. A categoria Dii majorum gentium era ocupada por doze grandes deuses, tendo Júpiter, nome latino de Zeus, como a maior divindade do Olimpo. Nascer e ser abandonado ao relento, salvando-se por milagre, e pertencer ao segundo escalão dos deuses na hierarquia olímpica, não abalou em nada o prestígio do deus. A profecia de Ocírroe concretizou-se, porque era verdadeira. Ele alcançou a glória.

            Voltando a Platão, observemos que cita Heródico de Megara, um Asclepíade, como pioneiro ao combinar cientificamente os exercícios físicos com a dieta. A mitologia descreve um Asclepíade como membro de uma família de médicos gregos que pretendia descender de Asclépio. Na verdade, o deus teve com Epíone dois filhos que se fizeram médico: Podalírio e Macáon, cuja participação na guerra de Tróia comandando trinta navios e um contingente de tessálos foi importante; porém a habilidade que possuíam na medicina tornou-se tão útil aos combatentes daquela guerra que foram dispensados do serviço militar. Cabendo-lhes somente exercer a medicina. Também um Asclepíade, Hipócrates tornou-se o mais célebre membro dessa família.

            Segundo afirmou Galeno em seus escritos sobre o deus da medicina, "É do próprio Esculápio a prescrição da equitação como meio de tratamento" dando assim origem a Equoterapia ou Equitação Terapêutica como alguns preferem, ou seja, uma especialidade da Fisioterapia. Desse modo o cavalo tornou-se um instrumento cinesioterapêutico, com resultados práticos obtidos já no primeiro atendimento, pela interação paciente/animal, produzida pela marcha do quadrúpede, fonte de estímulo ao tônus muscular e a dissociação da cintura pélvica e escapular. Foi utilizada nos tempos de Hipócrates para a recuperação de guerreiros acidentados nos campos de batalha.

            No século XVI a equoterapia voltou a fazer parte do arsenal terapêutico disponível, caindo depois no esquecimento, até que, após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), reapareceu na Europa, não parando mais de se expandir a partir da década de 50, contando atualmente, com muitos especialistas no Brasil. Ressalte-se o enfoque dos últimos anos na equipe multiprofissional; um procedimento de base cinesiológica que migrou da Fisioterapia para outras especialidades.

         A fim de que se tornem mais claras e objetivas as observações a seguir, cabe entre parênteses ressaltar a contribuição de outras culturas, além da greco-romana - pilar do pensamento ocidental - para a consolidação de conhecimentos, em caráter universal na área de Fisioterapia. O uso da hipérbole - universal - é verdadeiro; o legado do conhecimento acumulado desde a mitologia greco-romana, no ocidente, e a partir das culturas chinesa e hindu no oriente, é inquestionável para os herdeiros contemporâneos de Esculápio que, no processo histórico formam uma ponte para a Fisioterapia do futuro. Poderíamos chamá-los de epígonos. Concretamente, por conseguinte, dois exemplos facilitam a tarefa. Na China de mais de dois mil anos antes de Cristo, sacerdotes praticavam e ensinavam exercícios terapêuticos, inclusive os respiratórios. Os Brâmanes - que existiam muito tempo antes dos chineses e eram procurados por sábios de outras nações na tentativa de aprender aquilo que se chamava sabedoria - em seus templos na Índia, recomendavam o uso de exercícios e massagens como tratamento do Reumatismo.

            Os exercícios terapêuticos praticados na antiguidade, aperfeiçoados e conhecidos posteriormente sob a forma genérica de “ginástica médica” somados às massagens, aos exercícios respiratórios e aquáticos, fundamentaram tanto a medicina quanto a Fisioterapia, constituindo desse modo um conhecimento científico unificado, comum às duas disciplinas, propiciando assim o aparecimento da Medicina Física, sinônimo de Fisioterapia, até prova em contrário.


- Foto reproduzida da Internet: Templo de Asclépio na Ilha de Kos 

(Continua na próxima postagem)

sábado, 22 de setembro de 2012

Herdeiros de Esculápio




O livro Herdeiros de Esculápio - História e organização profissional da Fisioterapia (Edição do Autor - Recife: 2009), está esgotado em sua primeira edição, não havendo, no momento, perspectiva de uma segunda, motivo que nos leva a disponibilizar, dividindo em postagens sucessivas o capítulo que dá nome ao livro. Segue abaixo a primeira parte. Boa leitura.


HERDEIROS DE ESCULÁPIO

     Imaginem, leitores e leitoras, um triângulo equilátero com o símbolo da Fisioterapia no centro da figura e, em cada um dos lados desse triângulo as inscrições: Ciência aplicada, Processo terapêutico e Profissão. Observem aí consolidada a tríplice interligação da Fisioterapia como agora a conhecemos. Acontece que nem sempre foi assim, nem a Fisioterapia teve seu começo com os processos de recuperação física dos feridos durante a Segunda Guerra Mundial, como alguns pensam, e até divulgam, parecendo verdade. É necessário, portanto, ir em busca da origem.

            Bertrand Russel no livro intitulado História do Pensamento Ocidental, aponta o roteiro a percorrer:
Na verdade, há duas atitudes que podem ser adotadas ante o desconhecido. Uma é aceitar as afirmações de pessoas que dizem conhecer baseadas em livros, mistérios e outras fontes de inspiração. A outra consiste em sair em busca por si mesmo, e este é o caminho da ciência e da filosofia. (RUSSEL)

            Assim, como fez o poeta latino Virgílio que, apropriando-se da lenda de Enéias, o transformou no primeiro ancestral dos romanos, trazendo desse modo mais brilho e glória para o império, encontramos na Grécia, ainda criança, Egrégio filho de Apolo e Corônis, o personagem Asclépio.

           Sua mãe Corônis era filha de Flégia, rei dos Lápidas, um povo que habitava a Tessália. O nascimento de Asclépio tem todos os requintes da tragédia grega. Filho de um deus, teve sua mãe eliminada a flechadas por Diana, a caçadora – irmã gêmea de Apolo e tia de Asclépio – como punição porque temendo ser abandonada pelo deus, uniu-se a um mortal, filho do rei da Arcádia. Uma versão revela que foi arrancado do ventre da mãe e em seguida abandonado, conseguindo sobreviver devido a uma cabra que o aleitou e a um cão que, como é da propensão natural da espécie, velou por ele. Pertenciam esses animais a um pastor daquelas plagas, de nome Eristene, o qual, sentido-lhes a falta, saiu a procurá-los. Encontrou-os junto ao menino abandonado e surpreendeu-se com o clarão que rodeava o infante. Compreendeu imediatamente o mistério e não ousou seque tocá-lo ou recolhê-lo, deixando-o aos cuidados daqueles predestinados animais.

       O pai Apolo, ainda desesperado com a morte da mulher, a quem rendeu homenagens fúnebres; por arrependimento ou por pressão dos deuses do Olimpo, encaminhou Asclépio aos cuidados do centauro Quirão. Uma espécie de monstro, metade homem metade cavalo, possuidor de boas qualidades porque fora ensinado pelo próprio Apolo e por Diana. Na sua convivência como os homens Quirão havia alcançado notoriedade pelo cabedal de conhecimentos em medicina, na caça, na música e na arte da profecia. Era o preceptor perfeito para um futuro deus, pois o menino trazia em si a divindade, assim como a semente traz em seu interior a árvore.

            Ao levar Asclépio para casa, a fim de sua incumbência, Quirão foi recebido pela filha Ocírroe que saíra ao pátio para encontrá-lo, pois ouvira o estrépito dos cascos no solo pedregoso. Aquele ruído lhe era familiar. Ao ver o menino Asclépio junto ao centauro, percebeu o mesmo clarão que fora visto pelo pastor. Ela então anunciou por conjecturas, como um oráculo, sobre o futuro dele, profetizando a glóculo, sobre o futuro dele, profetizando a gl pois o menino trazia em si a divindade, assim como a semente traz em seu interior ria que alcançaria.


            A partir daí Asclépio foi iniciado na arte da medicina, desenvolvendo à medida em que sua idade avançava, uma habilidade tão grande que, já adulto, porém muito antes da velhice, descobriu o meio de ressuscitar os mortos, diminuindo assim a remessa de almas para os infernos. Tal feito, aliado ao risco com isso alterar a ordem do mundo, provocou a fúria de Hades, deus das profundezas subterrâneas. Os infernos. Hades revoltado, procurou Júpiter e pediu a sumária eliminação de Asclépio, no que foi atendido. Júpiter utilizando raios forjados pelos Ciclopes ataca Asclépio, indefeso diante da divindade maior, cujo domínio abrangia o céu e a terra.

            Asclépio morre e é recebido como um deus no Olimpo. Passa então a ser visto nas noites do hemisfério boreal, sob a forma de uma constelação denominada Ofiúco ou Serpentário. Certa vez atravessou o Mediterrâneo no formato de um enorme ofídeo, ao ser invocado pelos habitantes da península itálica, assolada por uma epidemia que vitimava grande número de pessoas. Lá chegando, o mal se dissipou, ficando a população agradecida pelo feito.

     Devido a essa forma de se revelar aos humanos são emblemáticas as representações do deus com volteios colubrinos, como uma serpente enlaçada em um bastão ou duas serpentes entrelaçadas nesse mesmo tipo de objeto. Asclépio é, além disso, representado por coroas de louro, uma cabra ou um cão. Há discordância porém, quanto a representação das duas serpentes no bastão. Segundo estudiosos da mitologia greco-romana, um erro de interpretação ocorrido na Idade Média, confundiu o símbolo de Asclépio com o Caduceu de Mercúrio, emblema da paz, da prosperidade e do comércio. O deus Mercúrio levava nas mãos um bastão com duas serpentes entrelaçadas - o caduceu - e com ele agilmente conduzia as almas nos infernos e fazia cessar os ventos. 

      Ainda hoje, esta é a representação/símbolo da medicina em alguns países, inclusive na arma de saúde de suas corporações militares. Para os brasileiros a Fisioterapia está representada oficialmente por um raio com duas serpentes verdes entrelaçadas e incrustadas num camafeu de fundo branco, proporcionando um impacto visual de grande força, movimento contido e rara beleza. Nele as serpentes se confrontam e apesar disso permanecem estáticas diante do raio ciclópico, enigmático em sua dualidade, pois ao mesmo tempo é mortífero e potencialmente recuperador da ação do movimento humano, figurando como símbolo da eletrotermoterapia.

(Continua na próxima postagem)

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Colóquio da ABRAz-PE: Diagnóstico Precoce e Cuidados com a Pessoa com Alzheimer

Colóquio da ABRAz-PE
21 de setembro de 2011
O Colóquio da ABRAz-PE tem como objetivo discutir os avanços e novidades sobre o diagnóstico precoce de déficit cognitivo e demência. 

Visa chamar a atenção para estes distúrbios cada vez mais prevalentes na população que envelhece e, se diagnosticada precocemente, pode mudar o acompanhamento e qualidade de vida do paciente e de sua família.

Horário: 16h às 20h
Valor: R$ 50,00 (cinquenta reais)
Local: Salão de Convenções, Edifício Egas Muniz, 8º andar - Real Hospital Português - Av. Agamenon Magalhães, Nº 4760, Paissandu, Recife/PE.

As inscrições estão sendo realizadas através do site: http://abrazpe.ueuo.com/coloquio2012/

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III Encontro de Familiares e Cuidadores da ABRAz-PE
22 de setembro de 2011

Neste Encontro, familiares, cuidadores e interessados sobre a doença de Alzheimer, terão a oportunidade de receber informações sobre o diagnóstico precoce da doença, quais os sinais e sintomas que podem sugerir uma demência, discutir em casos clínicos com toda uma equipe multidisciplinar, além de esclarecer dúvidas e receber dicas sobre o cuidado.

A programação pretende ser bem dinâmica, com grande participação do público durante a apresentação dos casos clínicos.

Horário: 08h às 13h
Valor: R$ 30,00 (trinta reais)
Local: Salão de Convenções, Edifício Egas Muniz, 8º andar - Real Hospital Português - Av. Agamenon Magalhães, Nº 4760, Paissandu, Recife/PE.

As inscrições estão sendo realizadas através do site: http://abrazpe.ueuo.com/encontro2012/



Divulgação voluntária. Cortesia Blog 14-F FISIOTERAPIA

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Saúde ocular



Dando continuidade ao FÓRUM SOBRE QUESTÕES DO ENVELHECIMENTO, promovido mensalmente  pela Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP, com apoio do Sindicato dos Servidores Públicos Federais do Estado de Pernambuco - SINDSEP - PE e do Instituto HUMANITAS (UNICAP) realizou-se, no dia 11/09/2012, das 14:00 às 17:00h, no Auditório do Bloco "G" do Campus Universitário, mais uma etapa do evento, com o tema "SAÚDE OCULAR", tendo como palestrantes a Oftalmologista Alzira Lins, graduada pela Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco, Especialista em Lentes de Contato e Preceptora de Residência Médica  na subespecialidade  Ceratocone, bem como a Fisioterapeuta Ocular Ângela Dias, graduada pela Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP, Pós-graduada em Fisioterapia Neurofuncional pela Faculdade Integrada do Recife - FIR e Preceptora de Residência Médica em Oftalmologia da Fundação Santa Luzia, na subespecialidade Estrabismo. As duas palestrantes exercem atividade profissional em clínicas privadas na Cidade do Recife.

Bastante concorrido, o evento motivou a participação da platéia, formada por pessoas idosas, profissionais de saúde, sindicalistas e estudantes. Aproveitando o momento os participantes encaminharam perguntas às palestrantes para tirar dúvidas sobre procedimentos médico-cirúrgicos e fisioterapêuticos em Oftalmologia.



Apresentação do tema Saúde Ocular pela Oftalmologista Alzira Lins.



Fisioterapia Ocular no Idoso tema desenvolvido pela Fisioterapeuta Ângela Dias.



Ao microfone a Médica Oftalmologista Alzira Lins, ladeada pela Fisioterapeuta Ocular Ângela Dias, respondendo perguntas encaminhadas pelos participantes do Fórum.



FOTOS: Arquivo Blog 14-F FISIOTERAPIA

domingo, 9 de setembro de 2012

Fragmento histórico


Elementos de Fisioterapia  primeiro livro publicado no Brasil pelo Professor Araujo Leitão sobre a especialidade, tem como título secundário (Medicina Física), como se vê na reprodução da capa; constatação que remete o leitor para um tempo em que Fisioterapia e Medicina Física eram palavras utilizadas como sinônimo, ou seja, palavras que têm com outras verdadeira  semelhança de significação; ou mais ainda, a Fisioterapia tida como especialidade médica até que se desvinculou, passando a constituir-se como tríplice área do conhecimento humano: Ciência, Processo terapêutico e Profissão. A publicação em tela é  da década de 60 do século passado; mais  precisamente de 1967.


Reprodução: Acervo pessoal/Arquivo Blog 14-F FISIOTERAPIA

sábado, 1 de setembro de 2012

Nova Diretoria da Associação Brasileira de Alzheimer - ABRAz/Regional PE toma posse.


No ato de posse da nova Diretoria da Associação Brasileira de Alzheimer - ABRAz/Regional PE, a Coordenadora da Comissão de Regionais da ABRAz/Nacional, Assistente Social Selma Castro de Lima, em seu discurso, tendo ao lado a Presidente Médica Geriatra Carla Núbia, eleita para a segunda gestão na entidade - Gestão 2012/2015.

O evento ocorreu na sexta-feira 31 de agosto, às 09:00h, no Auditório da Biblioteca do Real Hospital Português do Recife.



Médica Geriatra Carla Núbia, Presidente eleita para a segunda Gestão na ABRAz/Regional PE, no seu discurso, ao tempo em que  dá posse à sua Diretoria.



Membros da nova Diretoria da ABRAz/PE, composta de Médicos, Fisioterapeutas, Terapeutas Ocupacionais, Assistentes Sociais, Fonoaudiólogos, Professoras, Secretárias, Cuidadoras e outros profissionais de saúde, em foto exclusiva para o Blog. 


Fotos: Arquivo Blog 14-F FISIOTERAPIA