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Alexandre Costa

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Olhando para trás




Houve um tempo em que a Fisioterapia ainda incipiente como atividade/ocupação regulamentada no Brasil, congregava lideranças de vários Estados e do Distrito Federal em prol do engrandecimento da classe sob o lema que resumia um ideal: A Fisioterapia é a profissão do futuro. Não deixou de ser; mas, muita coisa mudou de lá até os dias atuais.

Não é o caso, ressalte-se, de olharmos saudosamente para trás, para os tempos da Associação Brasileira de Fisioterapeutas – ABF e das Associações Estaduais (APERFISIO – Pernambuco, APF – São Paulo, AFERJ – Rio de Janeiro e AFIBRA – Brasília), das lideranças paulistas: Eglacy Cosenza, Sérgio Mingrone e Sonia Manso, ou da liderança carioca de Carlos Alberto Esteu Tribuzy, ou ainda do lider pernambucano radicado em Brasília, Jefferson Silva, sem esquecermos do COFFITO na gestão primeva de Sonia Gusman – Presidente e Wladimiro Ribeiro de Oliveira – Secretário. 

O olhar em questão tem um significado crítico, comparativo; entre o ontem - passado recente - e o hoje, aqui e agora, da Fisioterapia nacional. 

O caminhar, no tempo referido, é que fazia o caminho. Caminho esse, assim construído, é percorrido, hoje, por quem pouco sabe da existência e do trabalho dos seus construtores. Não vai nesse texto nenhuma tentativa de culto a personalidades. Muito pelo contrário. Aqui se faz justiça a quem trabalhou pelo coletivo, sem preocupação com interesses seus, particulares; sacrificando horas de lazer para pensar e por em prática metas, planos, projetos e resoluções estruturantes para a Fisioterapia que se conhece agora.

Que venham as novas lideranças. Faz-se necessária a construção da nova ponte, a ser erguida no caminho que nos leve ao porvir. O lema é o mesmo: A Fisioterapia é a profissão do futuro.

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