Recife Pernambuco Brasil - março de 2018 Foto GB/Arquivo Blog 14F

domingo, 22 de abril de 2018

O Eu individual


Voltando  a ser o indivíduo, ao meu Eu.
 
Faz um ano e meio aproximadamente, que concluí o atendimento fisioterapêutico do meu último paciente; nesse meio-tempo li os sete volumes de Proust: Em Busca do Tempo Perdido, bem como o segundo volume da História de Dom Pedro II referente ao período compreendido entre 1825 e 1891 escrito por Heitor Lyra, no momento leio de Friedrich Engels A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. No intervalo dessas leituras interessei-me  por alguns capítulos da História Épica do Povo Judeu, de Lawrence Joffe. 

Não mais prestar assistência aos pacientes não significa esquecer a Fisioterapia, tanto que continuo escrevendo e editando textos sobre o tema; só não sei ainda até quando.

A profissão e a vida privada acontecem paralelamente enquanto o tempo passa; mas, como já externei antes, acho que aqui mesmo no Blog, em algum momento da vida a "persona" a "máscara" do profissional Fisioterapeuta é deixada de lado voltando a pessoa ao seu Eu individual.

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