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sábado, 7 de dezembro de 2019

III Encontro Pessoense de Fisioterapia e Terapia Ocupacional


O Fisioterapeuta Dr. Geraldo Barbosa e Prof. Dr. Dailton Alencar Lucas de Lacerda (DTF/UFPB) no Auditório do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba UFPB, participando do III Encontro Pessoense de Fisioterapia em comemoração aos 50 Anos da regulamentação  profissional.

Mesa Redonda "Fisioterapia e Terapia Ocupacional: Celebrando Meio Século de História" sendo Palestrantes o Fisioterapeuta Dr. Geraldo Barbosa e a Terapeuta Ocupacional Prfª Dra. Luziana Maranhão representante da ABRATO, com Coordenação do Prof. Dailton Lacerda.

Comissão Organizadora do III Encontro Pessoense de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, debatedores e Professores de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFPB.  

Comissão Organizadora, Palestrantes, Professores e Alunos. III EPFITO João Pessoa PB 30 de novembro de 2019.

Fotos: Lívia Lima

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Jubileu de Ouro da Fisioterapia no Brasil

#50AnosFisioterapia


Apresentação na Jornada Comemorativa ao Jubileu de Ouro  da Fisioterapia, promovida pela Universidade Católica de Pernambuco,  em 3 de outubro de 2019 - História da Fisioterapia no Brasil: Representantes desta História. Na mesa os Fisioterapeutas Geraldo Barbosa, Agélia Pinheiro Ramos Ferreira, Valéria Passos (Coordenadora), Alberto Galvão de Moura Filho e Francisca Maria Alves da Motta.




Homenagem conferida ao Fisioterapeuta Geraldo Barbosa

Apresentado aos participantes do evento o novo Brasão do Curso de Fisioterapia da Universidade Católica de Pernambuco

terça-feira, 4 de junho de 2019

Os primeiros anos da profissão

#50AnosFisioterapia

"A disputa pelo acesso às salas de aula no Pedro II obrigava os alunos de Fisioterapia à espera na sombra de um velho sapotizeiro" 

Os primeiros anos da profissão

“O que existiu primeiro foi o CAOS e depois GAIA (Terra)“
Hesíodo:Teogonia

- Origem

A palavra grega CAOS é a mais aproximada do significado da palavra “Vácuo”, um vazio ou nada no início de tudo. Assim foi com a Fisioterapia no Brasil até os anos 1950, uma Fisioterapia sem Fisioterapeutas. Os anos de 1954 e 1958 marcam respectivamente o início dos Cursos de Fisioterapia no Rio de Janeiro – Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação ABBR e Instituto Nacional de Reabilitação INAR da Universidade de São Paulo USP. No caso específico de Pernambuco, em 1959 surge a proposta de criação do Instituto Universitário de Reabilitação IUR, elaborada pelo Professor Ruy Neves Baptista, Catedrático de Ortopedia. Em pouco tempo o IUR transformou-se em Curso de Reabilitação destinado a formar Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais com a chancela da Universidade Federal de Pernambuco UFPE, a primeira, no âmbito das universidades federais a ministrar esses cursos.


Definido pelo Conselho Federal de Educação, o Currículo Mínimo dos Cursos de Fisioterapia surgiu do Parecer Nº 388, datado de 10 de dezembro de 1963, atendendo a necessidade de padronizar o ensino da Fisioterapia no território nacional, evitando alteração de sentido e desigualdade na formação profissional.


Em 12 de dezembro de 1964 colou grau a primeira turma de Fisioterapeutas do IUR, cujas aulas aconteciam nas dependências do Hospital Pedro II sendo que  as aulas de Anatomia e Fisiologia eram ministradas no Anfiteatro da antiga Faculdade de Medicina situada no Bairro do Derby. A disputa pelo acesso às salas de aula no Pedro II obrigava os alunos de Fisioterapia à espera na sombra de um velho sapotizeiro, até que os alunos de medicina saíssem da sala para então assistirem as aulas do dia.


Dois professores oriundos do Instituto Nacional de Reabilitação da USP, Antônio Rubem Mendes e Agélia Pinheiro Ramos foram os primeiros a ministrar aulas de Fisioterapia em Pernambuco.


- Organização Estudantil


Vejamos, pois, considerando o quanto é difícil expressar-se sobre fatos do passado quando era vigente o regime militar, o caso do Diretório Acadêmico do Curso de Fisioterapia da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE que surgiu com a segunda turma de Fisioterapia frente à necessidade de organizar a representatividade dos alunos no contexto universitário; veio então a representante de turma Jovina Afonso Ferreira Dias e em seguida o Diretório Acadêmico, sendo os membros do D.A. eleitos por aclamação. Presidiu o Diretório o aluno Geraldo José Rodrigues Barbosa num período curto em face da pressão exercida pelo Golpe de 64 contra o movimento estudantil tendo, portanto a Diretoria do D.A. apresentado renúncia coletiva. Não há registro documental desses episódios permanecendo, entretanto, a tradição oral e a invisibilidade histórica. É tempo de trazer de novo à memória a presença de “infiltrados” como estudantes frequentando as aulas.


- Preparando a Organização Profissional


Nesse mesmo ano de 1964 surge a Associação Pernambucana de Fisioterapeutas APERFISIO filiada a Associação Brasileira de Fisioterapeutas ABF tendo como fundador o Fisioterapeuta Antônio Rubem Mendes, enquanto que no Rio de Janeiro realizava-se o I Congresso Brasileiro de Fisioterapia (12 a 14 de dezembro).


- Assistência à Saúde 


Fisioterapeutas e estudantes de Fisioterapia da época prestaram relevantes serviços na assistência a pessoas com sequelas de Poliomielite, utilizando métodos e técnicas fisioterapêuticas originárias dos Estados Unidos e Europa.


- Crise Financeira


Em abril de se 1968, mais precisamente no dia 15, o Professor Ruy Neves Baptista, prevendo dificuldades financeiras para a manutenção dos cursos do IUR ainda anexos a Cátedra de Ortopedia da Faculdade de Medicina, envia ao Reitor da UFPE ofício alertando que: “Os citados cursos sobrevivem exclusivamente à custa das matrículas e inscrições dos alunos que seriam geridos pela Reitoria  e que a continuidade dos mesmos dependem desses recursos”.

Superada a crise a sobrevivência foi garantida.


- A luta pela Regulamentação Profissional


A criação de novos cursos contando com a garantia do Currículo Mínimo definido pelo Ministério da Educação exigiu o engajamento de profissionais e estudantes na luta pela Regulamentação Profissional, tendo a APERFISIO destaque nacional como filiada da ABF, culminando com a apresentação do Projeto de Lei Nº 1265/68 do Deputado Gastone Righi. 


Finalmente, a Regulamentação Profissional veio com o Decreto-Lei Nº 938, de 13 de outubro de 1969 e com a criação do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional em 17 de dezembro de 1975.

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Nota do Editor:
O conteúdo deste texto serviu de base para  apresentação no V Fórum Clínica Escola de Fisioterapia 
Universidade Federal de Pernambuco, em maio de 2019.



segunda-feira, 1 de abril de 2019

#50AnosFisioterapia A luta pela Regulamentação Profissional

#50AnosFisioterapia
#50AnosFisioterapia - O IV Congresso Brasileiro de Medicina Física e Reabilitação aconteceu em Recife de 14 a 18 de janeiro de 1969 e contou com expressiva presença de Fisioterapeutas e Estudantes de Fisioterapia. Na oportunidade  o então Presidente do Congresso Dr. Hélio Neves Baptista enviou ao Presidente da Câmara dos Deputados telegrama considerando justo o Projeto de Lei do Deputado Gastone Righi  (PL Nº 1265/68), propondo a Regulamentação da Fisioterapia em nível superior. No mesmo telegrama solicitou que a Lei fosse extensiva aos Terapeutas Ocupacionais. Para saber mais sobre o citado Projeto de Lei acesse http://geraldobarbosa43.blogspot.com/2019/02/historia-da-fisioterapia-projeto-de-lei.html


sexta-feira, 29 de março de 2019

#50AnosFisioterapia Fisioterapeutas do Nordeste - Reunião da ABF 1976


#50AnosFisioterapia


#50AnosFisioterapia - Fisioterapeutas nordestinos em foto após Reunião da Associação Brasileira de Fisioterapeutas ABF. São Paulo 1976. Geraldo, Zenildo, Dayse, Perlucy, Luciano, Abigail, Joaquim, Laurentino e Lucena.


terça-feira, 26 de março de 2019